Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Há Bâmbis em Mafra

por correspondente, em 26.09.13

Há dias, como “enviado especial” ao Sobreiro – Mafra, após uma Sushi (ada), ao almoço, fui, acompanhado do nosso correspondente (e companhia) no local, beber um café, na tapada de Mafra e, graças a um simpático colaborador, que embora, no início, eu não tenha ganho para o susto, quando o vi aparecer com uma maçã na mão e, tinham-me acabado de dizer que era o instrutor de tiro ao alvo, com arco e flecha, qual era a ideia dele, fazer aquela coisa, de tentar acertar na maçã, em cima da cabeça de um de nós? Mas, como ia dizendo, esclarecidas as intenções, graças a esse senhor, posso assegurar que há Bâmbis em Mafra, ou mais propriamente, Gamos!

 Desta vez, ficámos por ali, pela entrada, onde se pode beber um café sossegado (se não aparecer o limpa-fossas), mas já dei uma volta por lá, mais que uma vez, de miniautocarro e, mais tarde, num “comboio”, numa viagem experimental, em que, volta e meia, tínhamos que nos “apear” dos nossos confortáveis banquinhos e, deixar que o “comboio” vencesse alguma lomba mais teimosa.

Mas isso foi na viagem experimental, hoje acho que isso não acontece, que pena, esse pormenor, não deixou de ter piada. Contudo, os mais “radicais”, sempre têm a opção de fazerem percursos a pé pela Tapada (coitados).

A pé ou sentadinhos, é sempre uma visita agradável, dar uma “voltinha” por ali e, desfrutar da diversidade da flora existente e tentar observar os “ariscos” animais!

A Tapada tem outras actividades, creio, por exemplo, tiro ao alvo de arco e flecha (cursos). É uma questão de se consultar a página na internet!

 

Relatório de visita recente a Sobreiro - Mafra

Autoria e outros dados (tags, etc)

METRO de superfície na Amadora

por correspondente, em 26.09.13

Neste ano de eleições, o METRO de superfície na Amadora, creio eu, não veio mesmo à superfície. Costuma aparecer nestas ocasiões, apesar de que, num dos dois exemplos que transcrevo, ter surgido, já uns meses depois das eleições.

 

E até eu que lidei com algum dinheirinho, fico baralhado com os “milhões” dos projectos.

 

“A construção da primeira fase do metropolitano de superfície que ligará a zona de Algés à Falagueira, no concelho da Amadora, deverá estar concluída em 2005, disse hoje o ministro das Obras Públicas, Transportes e Habitação.

 

Valente de Oliveira assistiu à apresentação do projecto, que irá percorrer o concelho de Loures e chegará à estação de Santa Apolónia, num investimento que poderá aproximar-se dos mil milhões de euros.

 

A ligação de Algés à Falagueira já foi aprovada pelo Governo e o respectivo projecto deverá ser entregue até ao final do ano.

 

A segunda fase da infra-estrutura ferroviária prevê a ligação de Famões, Odivelas e Santo António dos Cavaleiros, no concelho de Loures.

 

Um outro traçado ligará a Falagueira ao aeroporto e à estação intermodal do Oriente, numa extensão de 12,8 quilómetros.

 

Um terceiro troço está previsto para a zona de Alcântara até Santa Apolónia, numa extensão de 10,3 quilómetros.

 

O ministro disse que gostaria de ver uma parceria público/privado, apesar de admitir que o motor do projecto será o Estado e as câmaras municipais.

 

Para acolher eventuais parceiros privados, serão abertos concursos públicos para as várias fases do empreendimento, defendeu Valente de Oliveira, que pôde apresentar hoje o seu primeiro projecto de obras públicas enquanto membro do Executivo.

 

Para o sector da construção, esta infra-estrutura ferroviária constitui um primeiro passo para dinamizar as obras públicas e aumentar os níveis de confiança dos empresários do ramo.”

 

No jornal Público em 2002

 

16-12-2001 – Eleições Autárquicas

 

 

“Uma linha de metro ligeiro com pneus, sucessor dos antigos troleicarros como os que existem em Coimbra, vai ligar as novas extensões do metropolitano. (Veja o vídeo e o mapa em documento PDF no final do texto).

11:29 Sábado, 25 de julho de 2009 As câmaras da Amadora e de Odivelas vão investir na criação de uma linha de metro sobre pneus, numa extensão de 7,5 km entre a actual estação de Metro da Amadora e o interface a construir na Reboleira, prolongando-se depois até ao centro comercial Dolce Vita Tejo.

 

O investimento na primeira fase é de 8,9 milhões de euros e de 16 milhões para a segunda, afirmou o vice-presidente e vereador dos transportes da Câmara da Amadora, Gabriel Oliveira.

 

A Chamartin proprietária do Dolce Vita deverá contribuir com 4 milhões para as obras. Gabriel Oliveira salienta ainda que este modo de transporte não só é mais barato que o convencional metro de superfície sobre carris, mas também é mais amigo do ambiente.

 

Esta linha vai permitir fazer a ligação às novas extensões do metropolitano previstas, como o prolongamento da Amadora ao Hospital Amadora-Sintra.  São três novas estações (Atalaia, Amadora-Centro e Hospital) num percurso de 2,5 km, que têm um custo estimado de €240 milhões.

 

A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino considera que  a coordenação entre a administração central e local permite que as mais-valias geradas sirvam para financiar o processo. "Há um compromisso das câmaras para apoiarem projectos junto das futuras estações cujas mais-valias poderão financiar o metropolitano", acrescentou.”   

 

No Jornal Expresso em 2009

 

11-10-2009 – Eleições Autárquicas

 

Existe um senhor comentador na TV que não gosta da palavra “projecto”, porque, segundo ele, um projecto, é isso mesmo, um projecto, uma coisa ainda por fazer e, que não passa disso. Estou como ele!  

Autoria e outros dados (tags, etc)

O potencial Histórico do casal de São Brás

por correspondente, em 22.09.13

 “Hoje estivemos de visita ao Casal da Falagueira de Cima (Casa da Ordem de Malta) e Azenha, no concelho da Amadora. O que está escrito dá-nos a ideia do que foi uma determinada realidade ou acontecimento, mas, muitas vezes, nada melhor que ir ao local para sentir e perceber essa realidade ou acontecimento. Tudo ganha outra importância e significado. Tanto mais assim é neste caso, quando temos a ideia de que a Amadora não tem história nem elementos do passado que a possam valorizar. Sobre o que ainda era possível (embora nos pareça que era possível fazer algo mais relativamente à azenha e ao canal de condução de água até à mesma) foi ali feito um excelente trabalho arqueológico e de recuperação do Casal outrora pertença da Ordem de Malta, de que subsistem alguns marcos (aqui, com a cruz em relevo, mas de pontas atenuadas) de que se guardam dois exemplares no interior do núcleo museológico e, para além doutros que existem pelas imediações, um outro que se preserva encostado à parede exterior do núcleo, que outrora foi a Casa principal do Casal, e apresenta traços da centúria de  quinhentos.
Uma das mais antigas referências ao Casal da Falagueira, encontra-se num testamento de 1268,  de um Cavaleiro da Ordem do Hospital, de seu nome Vasco Martins.
Segundo Frei Lucas de Santa Catarina, a propósito da Comenda de São Brás, em Lisboa, esta era ainda foreira de algumas propriedades para além do termo da cidade, nomeadamente na Falagueira: «... tem também a Ordem ainda hoje um casal, que está por cima do lugar da Falagueira, chamado de São Brás, com casas, pomar, vinhas, terras e fontes; foreiro em quatro moios e meio de trigo [aprox. 3510 litros/kg.], um moio de cevada [780 l./kg.], um carneiro e seis galinhas; havendo dele várias pertenças, e subenfiteuticações [sic], que rendem 240 reis, ou uma galinha, e outra 200 reis, ou outra galinha. (…) Mais se conserva foreira uma terra, com seu moinho de vento, no alto do Lugar da Falagueira, que se desmembrou do casal do Louro» (SANTA CATARINA, 1734: 269/277).”

 

In Ordem de Malta

http://ordemdemalta.blogspot.pt

 

 

Esta visita em 2012 relatada no blogue da Ordem de Malta em Portugal, de certo modo, exemplifica que tudo terá a sua História, mas que umas são mais História que outras, ou seja, um bairro nos arredores de Lisboa, um “dormitório”, afinal até motiva uma visita ao sítio, apenas pela sua História.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Há Fogo em Mafra

por correspondente, em 16.09.13

No dia 11 de Setembro do corrente ano de2013, aRádio do Concelho de Mafra (RCM), assinalou os dez anos que decorreram sobre o horrível fogo ocorrido no concelho de Mafra de11 a15 de Setembro de 2003.

Na realidade, foram vários fogos que surgiram do “nada”, em pontos muito diferentes e que puseram uma boa parte deste concelho de Mafra a arder.

De todos estes fogos, destacou-se o da linda Tapada de Mafra que viu arrasada pelo fogo, a maior parte da sua extensa área verde.

Infelizmente, parece que a “moda” pegou e veio para ficar. De há uns anos para cá, não há Verão que o nosso país não esteja em chamas.

Tem sido uma catástrofe e apesar de aparecerem alguns “culpados”, parece não haver solução à vista para a evitar.

E já nem quero falar das vítimas mortais inocentes destes malditos fogos, que certamente continuam a não pesar na consciência dos culpados, pois se pesassem, pelo menos por esses motivo, estes não insistiam na sua actividade criminosa.

Actualmente e já de há uns tempos para cá, a Tapada de Mafra, está linda de novo, digna de ser visitada pelos de cá e por todos os que passarem por este belo concelho, mas como pude ouvir no dia 11 na RCM, no programa 1717, vão ser precisos muitos mais anos, para que todas as árvores queimadas e replantadas voltem a ter a dimensão que tinham quando do fogo.

Desde há dez anos para cá, não voltaram a haver fogos dignos de assinalar no concelho de Mafra. Tal, é devido ao bom trabalho das entidades envolvidas, que segundo dizem, começaram a apostar mais na prevenção.

Por aqui o “trabalho de casa” está feito; agora é necessário mudar consciências ou interesses que levam à faltas dessas mesmas consciências, por aqui e em todo o país…

 

Por: Correspondente no Sobreiro - Mafra

Autoria e outros dados (tags, etc)

“Estender a manta”

por correspondente, em 12.09.13

Há dias, ao passar aqui numa rua, vi ao longe, qualquer coisa “anormal” no meio do passeio, qualquer coisa que me pareceu um canteiro, algo cheio de relva, algo que não deveria estar ali, mas quando cheguei mais perto, vi que afinal era uma “espécie” de tapete ou de alcatifa ( assim para o grandinho), para ali atirado(a), para o meio do passeio. Confusões à MR. Magoo. Fui “ minha vida” e, quando passei lá , no regresso, umas horas depois, reparei que a estrada em frente ao passeio estava toda molhada e, ao atravessar a estrada e, ao passar, de novo, nesse passeio, vi a causa do “ribeirinho” na estrada, era uma roptura, perto desse “tapete” vislumbrado anteriormente. Pensei: Boa! Isto está aqui mesmo a jeito! Sempre minimiza o transtorno. Sempre “apara” um pouco a água e esta não se espalha tanto. Mas será que estava ali mesmo por acaso? Será que a roptura era, afinal, “reincidente”, naquele fim-de-semana e, a solução “arranjada” pelos serviços competentes, foi aquela, deixar correr a água e “estender” uma manta, para “desenrascar”, até passar o fim-de-semana? Não, não deve ter sido isso, a “manta” já estava ali por acaso, ou então algum “curioso”, tentou, assim, remediar a coisa, enquanto vinha e não vinha, o piquete de serviço. Foi isso de certeza!

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

A moda dos carrinhos (ou carrões) de bebés nos transportes públicos

por correspondente, em 07.09.13

Eu pensava que nos autocarros da CARRIS ou nas camionetas da VIMECA (ou noutra qualquer operadora), os carrinhos de bebés, só podiam entrar, devidamente “desmontados” e, que os respectivos bebés iam ao colo dos seus progenitores, mas não é o que se passa, ou eu estou enganado, ou estão equivocados os papás e os motoristas (ou estes últimos encolhem os ombros).

Ultimamente a moda passa, por  entrarem com os carrinhos (ou carrões) devidamente “aparelhados” e, irem sentarem-se nos lugares mais perto da porta de saída, colocando os carrinhos e os seus petizes, bem ao seu lado, a atravancar o corredor do carro. O que facilita e muito, a saída dos restantes passageiros, como se está mesmo a ver (e então se quem quiser sair, messas ocasiões, for “curto de vistas”).

Mas também já presenciei uma “lotação esgotada” num autocarro da CARRIS, ou seja, no lugar destinado a pessoas em cadeiras de rodas, irem lá já dois carrinhos na altura em que entrei e, como o carro vinha cheio, também fui para aí, encostar-me a um cantinho, eis se não quando, meia dúzia de paragens depois, entra um terceiro carrinho, que ao chegar ao pé dos outros, a respectiva mamã, achou que eu estava ali a mais e, delicadamente, com muitas licenças, tenta “remover” o obstáculo, pede licença para pôr o carrinho no meu lugar, à qual o “obstáculo” (personificado na minha pessoa) lhe perguntou: Se queria que saísse do autocarro para caber ela e o carrinho?! O mais incrível é que, quando, mais tarde, saí do autocarro, ainda vi, um jovem casal “pesaroso” com mais um carrinho a observar a “lotação de carrinhos” dentro desse autocarro e a ver se se decidiam ir ou não também nele!!   

Autoria e outros dados (tags, etc)

Mensagens

Pág. 1/2



Objectivo: ”coscuvilhar” assuntos aqui da terrinha e arredores.

Pesquisar

Pesquisar no Blog  


calendário

Setembro 2013

D S T Q Q S S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930


Comentários recentes

  • correspondente

    Os amigos de quatro patas da espécie Canídeos, nes...

  • Filomena Gil

    É certo que não há nada como os animais, sobretudo...

  • correspondente

    Nada contra, claro, desde que não se lembrem de ol...

  • Filomena Gil

    E tem alguma coisa contra os vizinhos de 4 patas? ...

  • correspondente

    Este meu “comentário” é mais uma adenda ao post em...

  • correspondente

    Apenas duas notas acerca desse “zé do telhado”: Es...







Visitas


contador de visitas para blog