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Defesa do (tão indefeso) consumidor

por correspondente, em 13.03.15

No post anterior andei longe dos propósitos deste blogue. Neste, também o poderá parecer, no entanto, não é bem assim e, não é bem assim, porque se passa por cá (embora não só aqui), passa-se por aqui e, tudo graças à “fibra”. Apenas advirto o eventual leitor que este também não é um tema inédito no blogue.
Descobri (mas já desconfiava) que, posso “proteger-me” da publicidade na caixa de correio, da publicidade por telefone, mas não da publicidade à minha porta de casa. Posso colocar um autocolante na caixa de correio e, a partir daí, publicidade em forma de folhetos, panfletos, cartões e etc., está proibida. Posso incluir-me numa lista e, a partir desse momento, publicidade no meu telefone, nada de nada. Mas para quê estas precauções? Do ponto de vista do “chato” representante da dita publicidade, para quê chatear por correio? Para quê chatear por telefone? Se pode chatear impunemente à porta de casa do indefeso consumidor!
Chateiam uma vez. Dizemos que não estamos interessados. Uns dias depois, outros, mas com o mesmo “pacote”, voltam a chatear. Qual é a dúvida? Não me entendem? Ou acham que de um dia para o outro mudo de opinião? Ou pura e simplesmente, estão-se nas tintas, têm uma enorme falta de respeito e querem lá saber se estão a chatear ou não?
A isto é que chamam publicidade agressiva? Eu sei que estamos mal a nível de empregos, contudo, não vale tudo. Não estará na altura também de legislar sobre isto?
Ouvimos alguns “apelos” para não nos deixarmos enganar, para termos atenção com a “publicidade agressiva” e, blá blá. Mas a melhor forma de nos protegermos não será proibir ou limitar o acesso às nossas portas por parte desta publicidade, no mínimo, muito chata?

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60 Cêntimos mais IVA

por correspondente, em 12.03.15

O tema deste post mais parece uma “cruzada” da minha parte, uma cruzada contra os apelos televisivos ou radiofónicos para que se ligue para determinados números, pois já não é o primeiro post a versar sobre este assunto e, que ainda por cima me desvia do propósito do blogue. Contudo não é, de facto, nenhuma cruzada. Cada um “inventa” o seu modo de ganhar a vida. Cabe aos outros “alinharem” no jogo ou não. A uns fornecerem os meios ou não e a outros participarem ou não. Chateia-me ver a televisão pública “alinhar” afincadamente, embora não duvide que não ficará a perder com isto, no que se refere ao plano económico, mas enfim, noutro post já demonstrei o meu ponto de vista.
Hoje regresso ao tema, apenas porque ouvi numa rádio pública, um apelo, um pedido de donativo, algo do género. Qualquer coisa para ajudar a associação, ou liga ou algo ligado aos diabetes, creio ser mesmo a associação. Até aqui nada a censurar, nada a apontar, antes pelo contrário. O que me deixa de “cabelos em pé” é esse apelo, esse donativo, ser através de uma chamada para um desses números, desses números de “valor acrescentado”, se é que é esta a denominação correcta e, dizerem nesse mesmo apelo que dos 60 cêntimos mais IVA, apenas 30 cêntimos revertem para a causa. Mas o que é isto? Num donativo metade é de facto donativo e o que feito da outra metade? Reverte para onde? E o Estado também ganha com o donativo? No IVA da chamada! Mas perdeu-se a vergonha toda? Ou eu percebi tudo ao contrário? Espero, sinceramente, ter metido os pés pelas mãos, não ter entendido muito bem esse apelo, essa espécie de pedido de donativo, algo que envolve a participação numa corrida, creio eu! E se assim for, dou a mão à palmatória e, aqui ficam desde já os meus pedidos de desculpa aos envolvidos!

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