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Portas invisíveis

por correspondente, em 04.08.16

40 e tal anos depois, segundo parece, a câmara da Amadora, descobriu que estão ali, na praceta Luís Verney, na Damaia, umas portas, umas portas que sempre estiveram durante estes anos todos, umas portas que dão acesso a uma ou outra fracção, uma ou outra fracção de 3 ou 4 prédios, descobriu em primeiro lugar, as portas propriamente ditas e, depois descobriu que as portas não são legais.

Agora, segundo parece, ou os proprietários legalizam as portas ou voltam a colocar tudo como estava, como estava há 40 e tal anos atrás (uma tarefa um pouco difícil, não? Já nem devem existir os materiais utilizados na época).

Qual é o problema das portas? Colocam em risco a estrutura dos prédios? Bom, se colocam, pelo menos, os prédios aguentaram mais de 40 anos, aguentaram sem abanar muito, não?

Curiosamente, por exemplo, há uns anos, pelo menos um dos prédios, teve “uma lavagem de cara”, segundo parece, com a “ajuda” da cma. Mas ninguém viu as portas invisíveis, portas, que por sinal, segundo creio, também tiveram direito “à lavagem de cara”.

Conclusão: Se o problema fica resolvido “apenas” com a legalização das ditas portas, se não fazem “estragos” agora, como não fizeram durante estes anos todos, parece que o problema se traduz apenas em arrecadar mais algumas moedas para os cofres da autarquia. Quanto a isso, nada a apontar, antes pelo contrário, pois, assim, uma autarquia mais “endinheirada”, em princípio, irá utilizar esses cofres cheios em benefício de todos, em benefício do concelho.

Pena é que para descortinar algo errado, algo ilegal, algo que tem que ser rapidamente corrigido, neste caso em particular, tenha demorado mais de 40 anos.

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