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Feira da Brandoa, no Tempo errado, talvez no local errado e talvez também já a horas erradas

por correspondente, em 04.12.13

Ao passar (literalmente), numa “camioneta”, por uma paragem, perto da feira, de manhã, no Domingo passado, portanto, às portas do Natal, sem que esta parasse para entrar ou sair alguém, pensei: Aí está a famosa Crise! Mas até posso estar enganado, na feira, até podiam andar bastantes pessoas, pois dali, não dá para ver o movimento.

E depois recordei a antiga feira da Brandoa, “montada” num local mais central e, é certo, menos “certinha”, menos organizada, mas, pelo menos para mim, mais atractiva, por isso mesmo, pelo ar de organização desorganizada. É verdade que hoje em dia, quase tudo que se vende numa feira, se pode encontrar noutro local qualquer e, provavelmente, a preços iguais ou até mais acessíveis, mas o “formigueiro” e o “colorido” das feiras, esses, são insubstituíveis!

Sinceramente não sei se esta feira ganhou com a troca de terrenos e, apesar das “tradições”, se calhar, ganhava também em estender o horário pelo dia todo, o que desconheço se já o faz, pois já lá não vou há anos, creio que neste mês, em Dezembro, costuma fazer isso, mas o que sei, é que, não há uns anos, mas apenas há alguns meses, não passava nenhuma “camioneta”, por aquela paragem, aquela, mais ou menos perto da feira, sem que saísse o entrasse muita gente!

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Jardim Luís de Camões

por correspondente, em 02.04.12

Enfim, para quem conheceu o espaço, como um local de recolha das “camionetas” da antiga Rodoviária Nacional, pode-se dizer que, atualmente, aquele espaço está muito melhor aproveitado e, ao “serviço” do lazer da população local (e dos arredores). Agora, embora não tenha dado uma volta completa, por isso, poderei estar a dizer “asneiras”, o que me pareceu é que os espaços verdes, ali se traduzem mais em relva do que em arbustos e árvores (tão necessários num jardim). Aliás, acho a ideia muito interessante, a de “tirar” os ciprestes dos cemitérios, de modo a “descolar” a imagem dessa árvore a esses locais, porém, não se pode pedir muita “sombrinha” a essas pontiagudas árvores, pois não? É que um passeio a meio de uma tarde de Março (bem solarenga), num jardim, com pouca ou nenhuma sombra (afinal parece que sempre existe um sítio “coberto”), mais pareceu uma longa e penosa travessia do Saara!

 

“Com uma área de cerca de 2,5 ha, este jardim temático, inspirado na História Lírica de Luís Vaz de Camões, faz a ligação entre os diversos equipamentos que compõem o Centro Cívico da Brandoa.

Constituído pela Ilha dos Amores, uma das referências principais nos versos do poeta, o Jardim Luís de Camões contempla ainda amplas zonas pedonais, áreas verdes e zona de estadia com estrutura de sombra, que convidam ao lazer e à sociabilidade de bairro.

Ao longo do jardim, existem no pavimento pequenos trechos de versos d´”Os Lusíadas”, e os mais pequenos poderão brincar no parque infantil, que contempla equipamento lúdico diferenciado de acordo com a idade dos utilizadores, extensas áreas verdes, com zona do mapa da Europa/África e Oriente, bem como de algumas ilhas do Oceano Atlântico e do Oceano Índico.

Os equipamentos instalados são únicos e estão envolvidos num ambiente original, simbolizando a travessia de Vasco da Gama, que protagonizou a viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia em 1498.” (Retirado do “site” da CM da Amadora)

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A Capital e os Subúrbios

por correspondente, em 13.09.11

A Cidade e os seus arredores têm destas coisas, à tardinha, entra-se na porta de um prédio banal, numa rua ainda mais incaracterística, desce-se a escadas até à cave do dito prédio, entra-se numa modesta casa, igual a tantas outras, “tipo” habitação de subúrbio da Capital, ou, vai-se directamente para o campo, perdão, queria dizer, para o quintal E depois, é só esticar as mãos até à figueira ou até à videira e provar os seus frutos, ter atenção aos picos da roseira, não pisar a horta, deixar as malaguetas sossegadas e, depois de se “tratar” de umas tantas sardinhas (ou carapaus) e de outras tantas entremeadas (passe o exagero), tudo bem regado com um bom vinho de Setúbal, então, já com o arroz doce à nossa frente, podemos, enfim, prestar a devida atenção, ao nosso anfitrião, a “arranhar” as cordas de uma viola, numa tentativa (malograda, diga-se de passagem), de acompanhar, outro conviva, também este, numa “luta” com as cordas, mas neste caso, com as cordas vocais, para nos obsequiar, com um fadito (felizmente que, para descanso dos nossos ouvidos, o reportório, não era muito alargado)!

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