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A periferia mais que periférica das Autárquicas

por correspondente, em 02.10.17

Hoje, pela manhã, depois de umas eleições para o poder local, ao ouvir os noticiários, como morador na Amadora, uma cidade mesmo al lado de Lisboa, que em termos de eleitores, não sei, mas deve estar para Lisboa, mais ou menos, como David e Golias, neste capítulo, em termos de números de eleitores, cabendo à capital o papel de David, ao não ouvir qualquer referência a esta cidade, à Amadora, começo a perceber o sentimento de muitos em relação à importância excessiva que se dá à Capital do país.

Quando todos falaram, inclusive, durante a campanha eleitoral, de uma “fuga”, dos poucos lisboetas que na Capital ainda moram, da sua cidade para os chamados subúrbios, agora pela pressão turística, quando há muito se dizia que Lisboa era uma cidade de serviços e comércio, sem habitantes, quando se afirmava que no centro histórico não habita ninguém, é certo que, mesmo não habitando ninguém, ou habitando estrangeiros, as habitações a alguém pertencerão e, portanto os proprietários destes imóveis, caso sejam portugueses, pessoa singular e mantenham domicílio na Capital, estes, claro, segundo creio, terão direito de voto e interesses a defender na cidade, contudo, numas eleições autárquicas, na medida em que está em causa, isso mesmo, apenas e só, o poder local, não percebo a importância que se dá aos eleitos numa cidade sem habitantes, em detrimento, de cidades vizinhas, estas sim, pelo menos, em número de eleitores, bem mais importantes. Para cúmulo, no que respeita à Amadora, cidade “nascida” de Oeiras, nestas eleições, Oeiras também é notícia garrafal.

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METRO de superfície na Amadora

por correspondente, em 26.09.13

Neste ano de eleições, o METRO de superfície na Amadora, creio eu, não veio mesmo à superfície. Costuma aparecer nestas ocasiões, apesar de que, num dos dois exemplos que transcrevo, ter surgido, já uns meses depois das eleições.

 

E até eu que lidei com algum dinheirinho, fico baralhado com os “milhões” dos projectos.

 

“A construção da primeira fase do metropolitano de superfície que ligará a zona de Algés à Falagueira, no concelho da Amadora, deverá estar concluída em 2005, disse hoje o ministro das Obras Públicas, Transportes e Habitação.

 

Valente de Oliveira assistiu à apresentação do projecto, que irá percorrer o concelho de Loures e chegará à estação de Santa Apolónia, num investimento que poderá aproximar-se dos mil milhões de euros.

 

A ligação de Algés à Falagueira já foi aprovada pelo Governo e o respectivo projecto deverá ser entregue até ao final do ano.

 

A segunda fase da infra-estrutura ferroviária prevê a ligação de Famões, Odivelas e Santo António dos Cavaleiros, no concelho de Loures.

 

Um outro traçado ligará a Falagueira ao aeroporto e à estação intermodal do Oriente, numa extensão de 12,8 quilómetros.

 

Um terceiro troço está previsto para a zona de Alcântara até Santa Apolónia, numa extensão de 10,3 quilómetros.

 

O ministro disse que gostaria de ver uma parceria público/privado, apesar de admitir que o motor do projecto será o Estado e as câmaras municipais.

 

Para acolher eventuais parceiros privados, serão abertos concursos públicos para as várias fases do empreendimento, defendeu Valente de Oliveira, que pôde apresentar hoje o seu primeiro projecto de obras públicas enquanto membro do Executivo.

 

Para o sector da construção, esta infra-estrutura ferroviária constitui um primeiro passo para dinamizar as obras públicas e aumentar os níveis de confiança dos empresários do ramo.”

 

No jornal Público em 2002

 

16-12-2001 – Eleições Autárquicas

 

 

“Uma linha de metro ligeiro com pneus, sucessor dos antigos troleicarros como os que existem em Coimbra, vai ligar as novas extensões do metropolitano. (Veja o vídeo e o mapa em documento PDF no final do texto).

11:29 Sábado, 25 de julho de 2009 As câmaras da Amadora e de Odivelas vão investir na criação de uma linha de metro sobre pneus, numa extensão de 7,5 km entre a actual estação de Metro da Amadora e o interface a construir na Reboleira, prolongando-se depois até ao centro comercial Dolce Vita Tejo.

 

O investimento na primeira fase é de 8,9 milhões de euros e de 16 milhões para a segunda, afirmou o vice-presidente e vereador dos transportes da Câmara da Amadora, Gabriel Oliveira.

 

A Chamartin proprietária do Dolce Vita deverá contribuir com 4 milhões para as obras. Gabriel Oliveira salienta ainda que este modo de transporte não só é mais barato que o convencional metro de superfície sobre carris, mas também é mais amigo do ambiente.

 

Esta linha vai permitir fazer a ligação às novas extensões do metropolitano previstas, como o prolongamento da Amadora ao Hospital Amadora-Sintra.  São três novas estações (Atalaia, Amadora-Centro e Hospital) num percurso de 2,5 km, que têm um custo estimado de €240 milhões.

 

A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino considera que  a coordenação entre a administração central e local permite que as mais-valias geradas sirvam para financiar o processo. "Há um compromisso das câmaras para apoiarem projectos junto das futuras estações cujas mais-valias poderão financiar o metropolitano", acrescentou.”   

 

No Jornal Expresso em 2009

 

11-10-2009 – Eleições Autárquicas

 

Existe um senhor comentador na TV que não gosta da palavra “projecto”, porque, segundo ele, um projecto, é isso mesmo, um projecto, uma coisa ainda por fazer e, que não passa disso. Estou como ele!  

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A azáfama pré-eleitoral

por correspondente, em 05.09.13

Não é um exclusivo local, mas será só impressão, ou os “arranjinhos” das ruas deste país, estão por aí, de há uns meses para cá, ou seja, em pleno ano de eleições para as Câmaras e Juntas de freguesia? Nesta zona tenho visto o asfaltamento de umas ruas e, em Lisboa, por exemplo, creio, desde Julho, está encerrada a rua do Ouro, com o mesmo fim. Ou seja, uma das principais ruas da Baixa, encerrada em plena época turística (embora em Lisboa existam turistas durante todo o ano)e, de facto, este tipo de intervenção tenha que ser feita em períodos do ano menos molhados. Mas não deixa de ser uma falta de respeito, em primeiro lugar, a quem cá está e, depois, em segundo lugar, a quem nos visita, a quem optou em nos visitar e “topa” com a cidade em obras (e ainda por cima de santa Engrácia)! Por outro lado, se ano de eleições é igual a obras de melhoramento, que pena não existirem eleições todos os anos (mas com as ogras a durarem menos tempo)!

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