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Correspondente no Casal de S. Brás

Objectivo: ”coscuvilhar” assuntos aqui da terrinha e arredores.

Correspondente no Casal de S. Brás

Objectivo: ”coscuvilhar” assuntos aqui da terrinha e arredores.

S. A. Sociedade (muito) anónima

correspondente, 19.07.12

Num destes dias, não era uma campainha, não senhor, foi um chocalho, toda a noite, para cima e para baixo, aqui na rua. Um chocalho? Sim, um chocalho, ou lá como se chama aquilo que os pastores põem ao pescoço dos carneiros ou no dos bodes. Porém, nem era uma coisa nem outra, era um cão, cujo o dono teve a infeliz ideia de colocar, esse “carrilhão” do convento de Mafra, no pescoço do bicho. A juntar a essa sua infeliz ideia, pelos vistos, teve também a triste ideia, de deixar o animal na rua. Não sei se, este tinha comido ou não, mas a verdade é que não disse que não a uma fatia de pão, lançada aqui da janela, às 5 da manhã, por uma alma caridosa (coadjuvada por mim, a partir do leito). Isto vem a propósito do facto, de ontem, ao sair do prédio, ter um gatito a miar, bem  ali, junto da porta. Espero que, estes dois “incidentes”, não estejam relacionados com o Verão e com o período de férias de gente idiota, para não lhes chamar pior! Mas enfim, depois do que ouvi ontem, na TV, da boca de uma “alternadeira”, (no mínimo) que dizia que o filho de 13 anos, não se importava que a mãe fosse o que fosse, desde que lhe desse (um chorrilho) de marcas no seu dia-a-dia, no vestuário e noutras banalidades! Assim, de facto, já nada nos deveria surpreender. Embora um assunto pareça nada ter a ver com outro, infelizmente, pelo menos eu, vejo algo em comum, uma perfeita falta de princípios, vale tudo, nesta sociedade “barata”, de consumo, de “plástico” e de usar e deitar fora!

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