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O diz que disse

por correspondente, em 26.10.11

O Homem, o suposto animal “inteligente” ou racional, ainda que uma coisa possa não ser sinónimo de outra, é de facto muito “pequenino” em comparação com os restantes animais, por exemplo, no que respeita ao comportamento para com os seus semelhantes ou para com o mundo que o rodeia. Na rua, duas pessoas têm uma conversa um pouco mais “acalorada” acerca de algo que lhes diz respeito, mas também dirá respeito a um leque maior de pessoas da vizinhança e, até parece que ninguém se apercebeu de nada, no entanto, dias mais tarde a versão “revista e melhorada” da “conversa” é contada por alguém que, atendendo à localização da sua casa, ou tem muito bom ouvido, ou os dois “discordantes” usaram megafones ou, hipótese mais provável, todo o quarteirão assistiu à “telenovela”, mas escondido atrás das cortinas das suas janelas (como convêm) e depois é só pôr a circular o “diz que disse”. Enfim, aliás, à semelhança do que se passa no mundo real, também por aqui no virtual os comportamentos, por vezes, são idênticos. Peço desculpa pela expressão, mas parece existir uma “massa amorfa” que, defronte do seu monitor, “devora” tudo o que alguns escrevem, concorda ou discorda com o que acaba de ler, mas ali fica sossegadinha “atrás da cortina”, é de facto tão cómodo, porém tão “insonso”.

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Festival Internacional de Banda Desenhada na Amadora (21 Out. – 06 Nov.)

por correspondente, em 18.10.11

Como não quero estar aqui sempre a fazer o papel de um dos “velhos dos marretas”, além de ser, de facto, velho, mas sim um velho “adepto” de BD e ainda porque, o festival parece que vai andar à volta do tema humor (diga-se de passagem, que vem a calhar, um pouco de boa disposição!), aqui fica a divulgação do evento. Acrescento um pequeno exemplo demonstrativo de como a BD não é só “entretenimento”: Vejam apenas o primeiro e o último quadradinho de “O Tintim e os Pícaros”, não tenho o livro por aqui, li-o há muitos e muitos anos, mas a mensagem implícita ficou cá.

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O acordar na cidade

por correspondente, em 18.10.11

Acordo e parece que estou bem perto de alguma fabriqueta (ou mesmo dentro dela), uma daquelas à moda antiga, das bem poluidoras. No lugar da minha almofada estava um barulhento motor e o quarto (e o resto da casa) estava envolto numa névoa pestilenta, mas afinal o motor não estava assim tão perto dos meus ouvidos, estava na rua, bem debaixo da janela do meu quarto. Era “apenas” um carrito (mais o seu respectivo dono) a “aquecer” e a se preparar para começar mais um novo dia (e a deixar para trás alguém quase intoxicado). É verdade que, manifestamente, por aqui, existe falta de lugares de estacionamento, por isso mesmo o estacionamento do “salve-se quem puder” também impera, carros nos passeios, muitas das vezes a obrigar o transeunte a andar na estrada, parece ser uma coisa naturalíssima, aliás, agora temos, no espaço que o carrito em cima do passeio, deixa entre ele e a parede do prédio (supostamente, para o peão passar), alguém a vislumbrar ali um óptimo lugar para estacionar a sua mota. E aqueles Chicos-espertos que não vislumbrando mais nenhum lugar, estacionam também no passeio, mas bem atrás de outro, que só por acaso, no dia seguinte (se não for durante a noite) quer sair e como não o deixam, apita, apita, que nem um desalmado, mesmo que saiba aonde mora o dono do carro “bloqueador”, ou então, se não sabe e se ninguém reage à sua “sirene”, porque é que não liga para a polícia? Enfim, “coisitas” que talvez se resolvessem com mais respeito mútuo, ou com uns pinos a disciplinar o estacionamento, digo eu. Infelizmente, ou felizmente, pelo menos, no que respeita à melhoria da qualidade de vida de alguns (os intoxicados), tal como na natureza, também me parece que, neste caso, na ausência de soluções, o tempo acaba por encontrar mecanismos de regulação, ou seja, a tão falada Crise, vai resolver o problema de falta de estacionamento, de tal forma que não haverá necessidade de disputar acerrimamente um lugarzinho no passeio.

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Os passaritos e as suas árvores preferidas

por correspondente, em 14.10.11

Algum entendido em “passarada” me pode dizer que pássaros são aqueles que “invadem” uma das árvores que está em frente da pastelaria “Seara”, aqui no Casal de São Brás? É que não deixa de ser um “acontecimento” curioso, pois existem ali várias árvores, umas ao pé das outras, parecem todas iguais, enfim, mais ramo menos ramo, mas é naquela que um bando de passarinhos (mais de cinquenta, não?) se “dependura” e “canta” alegremente. Bem, não é inteiramente verdade o que acabei de dizer, agora não sei se ainda acontece, mas noutros anos, supostamente o mesmo bando, também gostava de se “dependurar” numa outra árvore, uma que fica na praceta (ou rua) nas traseiras (ou frente) da referida pastelaria. Também não posso jurar a pés juntos, mas creio, que estes passarinhos não passam o ano inteiro por aqui, o que a ser verdade, não deixa de ser curioso, imaginar que este local sempre foi um ponto de “estadia” deles e dos seus antecessores e, que embora a “paisagem” esteja um “pouco” mudada, continuem a ter no seu “roteiro” São Brás, hoje, com carros, alcatrão e prédios, em vez de campo, mas ainda com alguns ramos para poisar!

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Lixo borda fora

por correspondente, em 07.10.11

Realmente, porque é que eu me armo “ao esquisitinho”? Além de que, assim, até parece não existir mais nenhum assunto em São Brás, senão as pessoas porcas e o seu lixo. Para que é que eu ando para aqui a escrever e ficar incomodado com o saco de lixo que vêm da varanda abaixo? O saquito, depois de se “esborrachar” no passeio, apenas espalha o seu precioso conteúdo na via pública e em noites mais ventosas (como foi o caso de ontem), revela que os senhores porquinhos consomem alguma bebida de lata, pois estas, rodopiam e rodopiam a noite inteira, bem debaixo da minha janela do quarto, de tal forma que, até julgo estar a passar a noite num daqueles castelos assombrados, na Escócia ou na Irlanda, onde dizem que se ouvem fantasmas a arrastar correntes. Pois, como ia dizendo, porque é que me armo ao “comichoso”? Afinal, estas coisas fazem parte de uma economia de escala, se não existe lixo, para que servem os varredores de rua, perdão, os técnicos de limpeza? Que por sinal, pelo menos neste passeio, encontram, muito e muito trabalho! Se eu fosse daqueles de ver “tramóias” em cada esquina, até pensava que eram os próprios “técnicos” a fazer a “coisa” para justificar o seu posto de trabalho. De uma coisa eu tenho a certeza, acaba por nos faltar um pouco a paciência, quando após uma noite de “bailado” de latas, no dia seguinte, os senhores “técnicos” aparecem, munidos de umas “armas” barulhentas e se “encarniçam” numa guerra sem quartel contra este lixo, ainda bem que o fazem, mas depois da barulheira das latas, vêm a barulheira da limpeza, tudo por causa de alguém que em pleno século XXI ainda não sabe que existem contentores do lixo, ou se sabe, acaba por demonstrar que o que não sabe é viver em sociedade, está entre o estado animal selvagem e o ser humano.

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Crise e mais crise

por correspondente, em 06.10.11

Na falta de assunto, aqui deixo um pensamento que ocorreu a este filósofo de meia-tigela: Há mais de 2 anos que ao ligarmos a TV ou a Rádio, somos “bombardeados” com notícias acerca da crise e mais blá blá, que realmente está aí e para durar, mas ao ouvir hoje, como de costume, o pastor e as suas ovelhas a passar junto da minha mesa-de-cabeceira, que é como quem diz, do outro lado da rua, cheguei à conclusão que temos um mundo virtual e outro real e este último, parece passar um pouco ao lado do virtual. Agora os caros leitores escolham qual é para vocês um ou o outro, porque eu já escolhi e há muito tempo.

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Objectivo: ”coscuvilhar” assuntos aqui da terrinha e arredores.

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