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São Brás

por correspondente, em 27.06.12

Pretendo apenas com este post preencher a minha lacuna de, num blogue sobre o Casal de São Brás, precisamente, ainda não ter falado do santo que dá o nome a esta localidade. Bom, não é bem verdade o que acabei de escrever, pois, falei deste santo, por causa do seu dia, o dia 3 de Fevereiro. Muito pouco, é certo, mas também não será hoje que me irei alongar. Acerca da sua história, tenho uns elementos, a que irei dedicar algum do meu tempo, mas que a maioria, aparece, mais coisa menos coisa, em qualquer busca na WEB, por isso, por agora, não vou “aflorar” essa temática. Aliás, o meu interesse nesta matéria, passa, acima de tudo, pela origem do nome deste Casal. Porquê de São Brás? Quem lhe deu o nome? Como qualquer historiador “credenciado” (“clube” do qual não faço parte, sou apenas um aprendiz de aprendiz nesse capítulo), tenho um “palpite”, que irei seguir e tentar sustentar, mas não caindo no erro de ignorar provas contrárias ao “palpite”. E esse “palpite” passa pela Ordem do Hospital, de quem, este Casal foi sua pertença. Embora o culto a este santo, aqui na Península Ibérica, segundo tudo indica, seja anterior à presença desta Ordem, por estes lados, tenho para mim que existe alguma ligação entre a Ordem do Hospital e São Brás. Enfim, voltarei ao tema, assim que conseguir reunir mais alguns elementos. Correcção: “Assim que conseguir reunir mais alguns elementos”, não, assim que conseguir reunir alguns elementos!  

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A ajudinha

por correspondente, em 20.06.12

Uma “ajudinha” que mais parece um enérgico empurrão para o abismo. Deve acontecer aqui, ali e acolá, neste Portugal em crise. Em crise económica, mas que mostra outras crises  bem mais profundas, a crise de valores, ou no mínimo, de bom-senso, por exemplo. Infelizmente, aquilo ou aqueles que normalmente pouca ou nenhuma importância têm no dia-a-dia, ou têm a importância que devem ter, nem mais nem menos, nestas alturas, são elevadas (ou elevam-se a si próprias) a uma importância descabida e, para a qual, a maior parte das vezes, parecem não estarem à altura, é o caso da denominada “assistência social” e dos seus protagonistas.

 

Uma espera de mês e meio, para a primeira entrevista, para pedir ajuda alimentar (entretanto, o futuro requerente come o quê?).

 

AS = Assistente social

R = Requerente (ou, em português vernáculo, o “lixado”)

 

(…)

 

AS: Estes recibos de X, são do ano passado, não tem os deste ano?

R: Não, deste ano ainda não consegui pagar, ainda estou em dívida. Por isso é que estou a pedir ajuda, o ordenado não está a chegar para tudo.

AS: Bom, como não tem os recibos deste ano, esta despesa não pode ser considerada. (???)

 

(…)

 

E pronto, o processo irá ser estudado e depois o requerente será informado da decisão (se, entretanto ainda estiver vivo, após tanta dieta forçada!).

 

Cruzes canhoto, Deus me livre e guarde de alguma vez vir a necessitar destas “ajudinhas”!!

 

Nota: Este Post pode parecer que nada tem a ver com o Casal de São Brás, mas se calhar até tem. E afinal este tema não é transversal a todo o nosso país?

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Uma questão de moda

por correspondente, em 19.06.12

De facto, no que se refere ao politicamente correcto, é tudo uma questão de estar na “moda” ou não. Hoje em dia, as hortas comunitárias, sob a “tutela” das câmaras municipais, nascem como cogumelos. Ainda nem fui ver se a da Amadora também as têm, mas parece que sim. Curioso, aqueles que hoje se colocam na crista dessa “onda”, são os mesmos que anos atrás, “intimaram” ou “intimidaram” alguns moradores a deitar abaixo as hortas que tinham à sua porta, hortas ilegais, hortas que ocupavam terrenos municipais ou privados, terrenos, que posteriormente ficaram ao abandono. Agora esses mesmos moradores têm, por enquanto, perto da sua porta, uma horta, supostamente comunitária, mas à revelia da autarquia. Sim, supostamente comunitária, ou então, verdadeiramente comunitária, pois o “leque” de “hortelões” parece ser de tal modo alargado que, moradores da zona, poucos ou nenhuns fazem parte dele. Imagino como se devem sentir esses moradores, cujo “vestígio” da sua horta, hoje, se resume a uma roseira com uma trepadeira de maracujás “dependurada nela. Mas como a memória não pode ser apagada ou alterada, aqui fica um excerto de uma futura “obra-prima”: “… A este propósito poderei acrescentar o caso relacionado com as hortas que alguns dos nossos “citadinos” pais, um pouco mais tarde, se lembraram de fazer bem à frente das suas casas, ocupando parte das “traseiras”. Diga-se de passagem, com grande descaramento, sem nos pedirem autorização (…) Voltando às hortas, ou mais propriamente à horta dos meus pais, como é natural a “origem” dos pés de feijão, dos tomateiros ou das couves era “made in traseiras”, mas já quanto às árvores de fruto, umas sim, tinham nascido ao acaso de algum caroço para ali atirado enquanto outras como era o caso da Ginjeira, acho que eram duas, tinham sido uma “herança” da Quinta Grande, uma pequena contribuição, desse mundo que estava gradualmente a desaparecer. Uma pequena contribuição, mas não a única, para essa “viçosa” horta, como a seguir o caro leitor poderá constatar.

A faixa de terreno onde o meu pai, alfaiate de profissão, se quis “armar” em agricultor, tal como o nosso segundo campo de treinos, não carecia de falta de pedregulhos como aliás já sobejamente referimos. Contudo, para além das pedras, eu sei, o incrédulo leitor nem acredita no que acabou de ler: Pedras, ele falou outra vez de pedras! Será que isto nunca mais vai acabar!? Fique o leitor sossegado, vou já encaminhar a narrativa noutro sentido. Como ia dizendo, para além das pedras, o terreno tinha também misturado entulho de obras mas, mesmo assim, não é que nasciam por lá alguns produtos hortícolas? E não é que até eram bons? No entanto, o olho “clínico” para a “coisa”, ou seja para trapos e linhas, do meu pai (e não é que acertou?) disse um dia: Nós havemos de ir à Quinta pedir estrume para a horta… Isto ficava com outro aspecto! E se assim o disse, assim o fez. O “nós havemos de ir”, era comigo, por isso lá fui, não muito entusiasmado, pois estrume, nunca o tinha visto nem cheirado, mas já possuía a informação teórica do que era. Entrámos aos portões e depois de o meu pai ter explicado a um empregado ao que vinha este levou-nos junto das cavalariças ou das pocilgas, ou das duas coisas e apontando para o que parecia ser um monte de palha ofereceu-nos uma saca dizendo para nos servirmos. Junto ao monte estava uma pá e enquanto eu abria a saca e pensava que afinal aquilo não tinha assim tão mau aspecto, o meu pai pegou na pá e zás aí vai uma pazada. Escusado será dizer que o pequeno-almoço só não me veio à boca porque já devia estar quase na hora do almoço, mas que tirou o apetite para esse almoço, lá isso tirou!”

 

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Temperaturas de Verão ou Talvez Não

por correspondente, em 11.06.12

Estas temperaturas elevadas em alguns dias de Maio, trouxeram calor aqui a esta zona saloia, mesmo durante a noite.

Nas esporádicas visitas que o meu irmão me faz, este surpreende-se sempre com as temperaturas daqui. Ele já sabe que tem que trazer sempre um agasalho extra, mas desta última vez, não trouxe.

Então muito mais cedo do que ele previra e para desfrutar do quintal, lá teve que usar o blusão que só tinha intenção de usar noite dentro.

Esta pequena exposição sobre o meu irmão e as temperaturas daqui, é só uma desculpa para dizer que nesta zona saloia, as temperaturas são sempre mais baixas do que na cidade, aqui tão perto. Ou será o contrário? Falar das temperaturas é uma desculpa para dizer que o meu irmão vem cá esporadicamente?

Eu por acaso, gosto assim (das temperaturas baixas, é claro), mas aviso desde já todos os que se queiram aventurar num passeio para estes lados que caso este se prolongue, mesmo de Verão, ao cair da tarde, dá jeito ter um agasalho à mão!

 

Por: Correspondente no Sobreiro - Mafra

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Corrupio de sexta à noite

por correspondente, em 02.06.12

Voltas e mais voltas e adormecer é que nada. Tanto carro, a noite inteira, no sobe e desce. Tanto carro a estacionar, a noite inteira, bem debaixo da janela do meu quarto. Até a visita noturna (esporádica) ao armazém, por baixo da minha casa, também aconteceu esta noite. Curioso, com a famigerada Crise, o movimento tinha abrandado. O que terá sido, o que não terá sido? Os santos? A Bela Vista? Algum acontecimento por estes lados? Espera, é o início do mês! O 1º fim-de-semana! Pois, não moderámos os gastos, apenas começamos a gastar (como sempre o fizemos) mal cai o dinheirinho no bolso, só que antigamente dava para o mês inteiro e agora, se calhar, dá só para a 1ª semana do mês! Enfim, em conclusão, este não deverá ser um problema exclusivo aqui de São Brás!

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Objectivo: ”coscuvilhar” assuntos aqui da terrinha e arredores.

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