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Compra de Casa & Arrendamento, Limitada

por correspondente, em 30.10.13

A famosa (e gasta) crise, tem destas coisas, do aparecimento de um certo tipo de chico-esperto, do que quer fazer negociata com as dificuldades dos outros. Não é, com toda a certeza, um exclusivo aqui da zona, da Amadora, mas olhando, precisamente, para os anúncios, daqui, de aluguer de casa, para os preços “de leão” pedidos, pela renda de uma qualquer “casinha de bonecas”, a mão “marota” dos ditos “chicos-espertos”, parece andar por eles, por esses anúncios. O chico-esperto, aproveitando, a “urgência”, de um qualquer vendedor (involuntário), compra a casa ao preço da “uva mijona” e, depois, esquecendo a crise, aquela que o fez comprar barato, coloca a casa, para alugar, a preços “de luxo” e, fica a esfregar as mãos, de tão contente, com a sua esperteza! Estão mesmo a ver o que lhe vai acontecer, não estão? Como, embora para alguns (muitos) não pareça, a crise existe mesmo e, assim, poucos podem pagar estas rendas, a não ser outros “chicos”, ainda mais espertos, que os outros, uns, que nem que as rendas fossem o dobro ou o triplo, aceitavam, pois, não têm  ideia nenhuma de as pagar! Vá lá, menos mal, os chicos-espertos, sempre ficam donos de uma casa, por meia dúzia de tostões! Mas toda a atenção é pouca, cuidado, os proprietários, de repente, podem vir a ser, uma “presa” fácil, para um Estado voraz e engenhoso, no que respeita a “captação” de receitas!!     

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Escola das Armas

por correspondente, em 23.10.13

No dia 1 de Outubro deste ano de 2013, foi inaugurada aqui em Mafra, a Escola das Armas.

Esta Escola agrupou as agora extintas Escolas Práticas de Infantaria, de Artilharia, de Cavalaria, de Engenharia de Transmissões e do Centro Militar de Educação Física, Equitação e Desportos.

Com esta Escola das Armas aqui instalada, esperam-se mais cerca de duzentos militares.

Mafra já há muito que tem tradição de formação de militares, seja a um nível mais básico, como recrutas, seja a um nível superior, como é o caso dos sargentos.

Tanto movimento de militares, trazia a Mafra muita vida, pelo que me constou, às vezes, até demais.

A extinção do serviço militar obrigatório, fez com que as coisas mudassem e começaram-se a ver menos militares a circular em Mafra.

Com a criação desta nova Escola das Armas, tenho esperança que Mafra ganhe mais vida, sobretudo durante a semana e à noite, pois ao fim-de-semana temos sempre os casamentos na Basílica e, que tal contribua para uma maior incrementação no comércio local. E, quem sabe, uma melhoria também noutros sectores.

No decorrer dos dezanove anos que aqui tenho passado, já me habituei a cruzar com militares em todo o lado, aos seus exercícios na Tapada, às suas lindas cerimónias e francamente até gosto deste movimento.

Tenho também uma muito boa impressão sobre o CNO (Centro de Novas Oportunidades) que tanta polémica levantou e que aqui foi e bem organizado e ministrado pela Escola Prática de Infantaria, assim como pelos espectáculos organizados pelo Exército que, ao contrário de todos os outros, começam a horas.

Esperemos que estes hábitos se estendam à restante comunidade e que todos os militares vindouros saibam aproveitar o que Mafra tem de melhor, pois assim todos ficamos a ganhar.

Sejam Bem-Vindos!

 

Por: Correspondente no Sobreiro - Mafra

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O far West na Amadora

por correspondente, em 18.10.13

PUM!! E ao som de um tiro acordamos, aqui em São Brás, pelas 4 da manhã. Oiço vozes alteradas e, vou à procura do telefone para ligar para a polícia. Não foi preciso, de estores para baixo, não vá “sair” um tiro “transviado”, apercebo-me que a polícia está no local. Ainda bem. Se calhar o tiro até foi disparado por eles.

Foi preciso mudar-me para aqui, para ao meio da noite, acordar, ou ao som de tiros, ou com carros a chocarem com outros estacionados e o condutor a pôr-se em fuga, ou com detenções debaixo da minha janela, ou até mesmo com um assalto ao armazém, aqui por baixo. Vim da Damaia e, apesar da “fama”, nunca tinha “assistido” a estes “filmes”. Mesmo em São Brás, as “ocorrências”, só nos últimos anos apareceram por cá.

Este “clima” preocupa-me, mas ainda fico mais preocupado, por exemplo, com o que se passou, na noite do assalto ao armazém, que referi lá atrás. Neste Verão, numa sexta-feira, pelas 22 horas, apercebo-me que estão a tentar arrombar a porta do armazém que fica por baixo da minha casa. Quando ligo para a polícia, pelo ruído, percebi que os amigos do alheio já estavam lá dentro e, com o nervosismo, acho que troquei o nome da rua, em vez de Alexandre O’Neill, disse que era nas traseiras da Alexandre Herculano (nem sei se existe essa rua em São Brás), mas as outras ruas, que referi, como coordenadas, estavam correctas. Durante essa noite, os ditos amigos, vieram mais que de uma vez, a pé e de carro,. Também, por meu lado, por mais que uma vez liguei para a polícia. Na segunda vez, chamaram-me a atenção, do erro no nome da rua. Na terceira vez, disseram que os colegas tinham cá passado e, não tinham visto nada de anormal. Não ouve quarta vez, porque desisti. No outro dia, saí de manhã e, quando regressei à tarde, tinha aqui, à porta do armazém, um grande aparato policial. Parece que, de manhã, os amigos do alheio tinham voltado e, como alguém os viu sair, sorrateiramente, fez o mesmo que eu, ligou para a polícia, que veio “diligentemente” tomar conta da ocorrência, de uma ocorrência, que antes, nunca tinha ouvido falar. Deve ter existido algum problema de comunicação entre mim e as forças da ordem! Espero, sinceramente, que tenha sido, apenas um mau exemplo. Espero que a noite, neste caso, não tenha sido má conselheira!

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Mercearias, minimercados, mercados, supermercados e hipermercados na Amadora no Casal de São Brás

por correspondente, em 15.10.13

Quando vim morar no Casal, há cerca de 15 anos, num local que nunca teve “praça” (mercado municipal), existiam algumas mercearias ou minimercados e, creio, o DIA (hoje Minipreço). O LIDL na Falagueira, se não estou em erro, abriu depois disso e, o Pingo Doce, também já abriu muito depois de eu cá estar (talvez há uns 10 anos). Entretanto algumas mercearias foram fechando. Aqui nas redondezas abriu uma grande superfície. Poderia se dizer que umas iriam substituir as outras. Não foi verdade, umas, as mercearias, estavam mais perto, que as outras, que os supermercados e que os hipermercados, que vieram depois. Por outro lado, São Brás cresceu, passou a ter mais urbanizações ou bairros, como a Boba e vila Chã e, mais prédios por toda a freguesia. Não sei se todos esses prédios, se essas urbanizações, estão com a sua lotação esgotada, em termos de ocupação, mas uma coisa eu sei, PINGO DOCE, LIDL e Minipreço, ficaram com a “lotação esgotada”, face ao acréscimo de população na zona. Ficaram “esgotados” na capacidade de resposta esses supermercados e, ficaram “esgotados” na paciência (por mim falo) os seus clientes. O progresso tem destas coisas, quando existem várias velocidades, quando algo fica para trás, parece que não há verdadeiramente progresso.

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Autárquicas em Mafra

por correspondente, em 09.10.13

Depois de vinte e oito anos à frente da Câmara Municipal de Mafra, o Presidente, que para além deste título, era Engenheiro de profissão e Ministro de nome, José Ministro dos Santos, lá deixou o lugar vago para  os vindouros.

De qualquer forma, manteve-se o PSD na Câmara, mas sinceramente não sei se este novo Presidente, Hélder Sousa Silva, Engenheiro de profissão, teve o apoio do anterior, ou não.

Uns dias antes das Eleições a 29 de Setembro, lá ouvi os carros com a sua propaganda, para trás e para diante, mas sem os exageros de outros tempos, pois os tempos actuais são de contenção e o combustível está caro.

Há dezasseis anos, também eu estive envolvida em campanha eleitoral e tal, para além de me ter trazido um marido que ainda está a meu lado, fez-me ganhar uma maior sensibilidade para as questões da “terra”.

Para mim as Eleições Autárquicas são isso mesmo, eleições para quem vai governar a nossa “terra”. Por isso mesmo, são, ou será que já não são, as eleições em que os candidatos estão mais próximos das pessoas e em o que conta mais são as pessoas e não tanto os partidos políticos.

Há dezasseis anos, o partido que ficou na Junta de Freguesia à qual eu também era candidata, não foi o partido que me propôs tal candidatura, mas realmente fez muitas coisas boas, algumas delas ultrapassando assim  preocupações expostas na minha lista.

Por isso, eu continuo a achar que é sempre importante a participação activa de todos, neste tipo de Eleições. Contudo, a maneira como se tem feito politica de há uns anos para cá, está a saturar as pessoas, sobretudo os mais jovens.

Pelo que eu me apercebi, os jovens desinteressaram-se e não foram votar.

A continuar assim, qualquer dia a abstenção em vez de ser de 50% é de 100%.

Seria bom que os partidos políticos começassem a fazer politica à séria, para que esta tendência se invertesse.

Viver em Democracia não é um dado adquirido para todos os países e Votar em Liberdade, também não!

 

Por: Correspondente no Sobreiro - Mafra

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