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Exemplar Saloio

por correspondente, em 26.07.14

Sim, sim, prometo, o já sobejamente anunciado post dedicado à História, segue dentro de momentos, mas devido ao meu estado de espírito actual, acerca de alguma gente (felizmente ainda existem excepções) natural do nosso Oeste, impõe-se a “narração” de um longinco episódio, ilustrativo do “modo de pensar” dos nativos dessa região.

Existe um dito que diz mais ou menos isto: “Aquele só dava um presunto se lhe dessem um porco inteiro”. No caso dos saloios o dito, mesmo assim, teria que sofrer uma pequena modificação, ficaria, mais ao menos dentro disto: “Aquele vende o presunto a quem lhe der o porco”!

Certo dia, um certo senhor, dono de uma certa tasca, ou de um café, ou de como lhe quiserem chamar ao estabelecimento em causa, localizado na região saloia, em “conversa” muito a propósito (para ele, claro), com um cliente “recém-morador” por aquelas paragens, ex-lisboeta, claro, como convinha ao senhor “estalajadeiro”, “desata” a queixar-se do preço dos medicamentos e do diabo a sete e, que tinha uma receita para aviar, mas o “remédio” era tão caro … E não é que só por acaso, o seu interlocutor, trabalhava no sector e, espantem-se os caros leitores, veja-se a coincidência, até tinha facilidade em “arranjar” o dito remédiozinho!

No dia em que o prestável, para não lhe chamar outra coisa, cliente levou o dito medicamento ao muito “agradecido” taberneiro, por acaso, eu estava com ele e, depois de bebermos um Martini cada um e, depois, de o meu amigo lhe ter oferecido o remédiozinho, o meu companheiro, perguntou-lhe quanto é que devíamos pelas bebidas, este, com uma grande cara-de-pau, apresentou a conta. Cá fora, desabafou, irado, o meu amigo: “É preciso ter lata, acabei de lhe dar um medicamento que custa X e mesmo assim cobrou as bebidas”!!

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Parêntesis

por correspondente, em 12.07.14

Este post é uma espécie de parêntesis entre o post anterior e o que virá a seguir a este. Serve apenas para explicar o porquê de ter deixado em “destaque” o post anterior durante tanto tempo. O objectivo era simplesmente despertar consciências, denunciar a bestialidade na forma de agir como o ser humano se relaciona com os seus semelhantes, que por (demasiadas) vezes parece gostar imenso de fazer o mal aos outros pelo mal apenas e só.

Infelizmente, segundo me apercebi, a repercussão do post, foi pouco mais que nula. É pena, pois, numa tentativa de elevar o “nível” das redes sociais, até um pedido de “ajuda”, o post contém. Sabendo à partida que o vastíssimo público deste blogue é curtíssimo, passe a contradição propositada, partilhei o post com os meus “amigos” no facebook. A repercussão foi a mesma, ou seja, pouca ou nenhuma. Azar dos azares, como diz uma a letra de uma canção brasileira, “morreu na contramão, a atrapalhar o trânsito”, por outras palavras, uma morte na hora errada e no local errado e sem qualquer importância, que só atrapalha e, neste caso, o despejo e posteriormente a minha ingénua divulgação também aconteceu na hora errada, pelo menos no facebook, pois estávamos em pleno rock in Rio e mais lá para a noitinha do transcendente” concerto de uns “australopitecos” que ainda por aí andam. Enfim, estava-se em pleno acto de futilidade, de feira das vaidades, daquilo que se transformou, a maior parte das vezes, o facebook. Por exemplo, este fenómeno da ida aos concertos, estilo colecionismo e, a sua divulgação “via facebook, no caso dos meus “amigos”, que me perdoem, mas até acaba por se traduzir numa ida fervorosa de “velhos caquéticos” para ver actuar outros “velhos caquéticos” (passe o exagero), portanto, na minha singela opinião, traduz-se numa cena bacoca, como dizia o “vazio” do Dâmaso do Eça nos Maias: Chique a valer!

Fecho aqui o “post parêntesis” informando o vasto auditório deste blogue que no próximo post, finalmente, retomarei, não a notícias daqui (objectivo deste espaço!), mas, sim mais lá para os tempos idos, voltarei à História.

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