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Correspondente no Casal de S. Brás

Objectivo: ”coscuvilhar” assuntos aqui da terrinha e arredores.

Correspondente no Casal de S. Brás

Objectivo: ”coscuvilhar” assuntos aqui da terrinha e arredores.

A periferia mais que periférica das Autárquicas

correspondente, 02.10.17

Hoje, pela manhã, depois de umas eleições para o poder local, ao ouvir os noticiários, como morador na Amadora, uma cidade mesmo al lado de Lisboa, que em termos de eleitores, não sei, mas deve estar para Lisboa, mais ou menos, como David e Golias, neste capítulo, em termos de números de eleitores, cabendo à capital o papel de David, ao não ouvir qualquer referência a esta cidade, à Amadora, começo a perceber o sentimento de muitos em relação à importância excessiva que se dá à Capital do país.

Quando todos falaram, inclusive, durante a campanha eleitoral, de uma “fuga”, dos poucos lisboetas que na Capital ainda moram, da sua cidade para os chamados subúrbios, agora pela pressão turística, quando há muito se dizia que Lisboa era uma cidade de serviços e comércio, sem habitantes, quando se afirmava que no centro histórico não habita ninguém, é certo que, mesmo não habitando ninguém, ou habitando estrangeiros, as habitações a alguém pertencerão e, portanto os proprietários destes imóveis, caso sejam portugueses, pessoa singular e mantenham domicílio na Capital, estes, claro, segundo creio, terão direito de voto e interesses a defender na cidade, contudo, numas eleições autárquicas, na medida em que está em causa, isso mesmo, apenas e só, o poder local, não percebo a importância que se dá aos eleitos numa cidade sem habitantes, em detrimento, de cidades vizinhas, estas sim, pelo menos, em número de eleitores, bem mais importantes. Para cúmulo, no que respeita à Amadora, cidade “nascida” de Oeiras, nestas eleições, Oeiras também é notícia garrafal.

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