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Correspondente no Casal de S. Brás

Objectivo: ”coscuvilhar” assuntos aqui da terrinha e arredores.

Correspondente no Casal de S. Brás

Objectivo: ”coscuvilhar” assuntos aqui da terrinha e arredores.

Habitação Social – Um incentivo à natalidade desgovernada

correspondente, 10.07.15

Não sei bem se estas regras também se aplicam aqui na câmara da Amadora, se calhar sim, são “universais”, mas creio que, pelo menos, se aplicam à câmara de Lisboa. Existem vários itens que são tidos em conta para a atribuição de uma habitação social, entre eles, um dos mais valorizados, se se tem filhos ou não tem e, se se tem, quantos mais, maior é a probabilidade de atribuição de um fogo.
Não tenho nada contra as crianças, aliás, se existem devem ser protegidas e, num país “envelhecido” em termos de população, todos os incentivos à natalidade são bem-vindos. Contudo, ao valorizar o item do número de filhos, neste caso, numa atribuição de habitação social, não se está a premiar a inconsciência? Um casal de fracos recursos económicos, que faz contas à vida e, opta por não ter filhos, opta por tentar melhorar o seu nível de vida e só depois pensa em trazer uma criança ao mundo, de modo a puder cuidar dela convenientemente, nestes casos, é preterido em relação ao oposto, a um casal desmiolado, um casal que quer lá saber se os filhos vão passar dificuldades ou não. Enfim, um critério injusto, também ele fruto de inconsciência, quantos mais filhos, melhor!

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