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Correspondente no Casal de S. Brás

Objectivo: ”coscuvilhar” assuntos aqui da terrinha e arredores.

Correspondente no Casal de S. Brás

Objectivo: ”coscuvilhar” assuntos aqui da terrinha e arredores.

O ninho

correspondente, 27.04.14

Ao acordar, hoje, num Domingo, aqui em São Brás, pelas 6 da manhã, ao som estridente e insistente de um ou de mais que um passarito, num ninho, do outro lado da rua, possivelmente, a pedir comida aos seus progenitores, lembrei-me de como nós, os humanos, até certo ponto, nos assemelhamos, nos comportamentos, com esta “vida selvagem”. Os filhos ficam no ninho, no maior conforto, à espera que os pais “se virem” e, lhes tragam comida. Ficam, no ninho, aconchegados, mas não sossegados. Fazem o maior chinfrim enquanto não são dignamente servidos pelos papás. E só depois, durante um curto espaço de tempo, lá concedem umas tréguas aos seus progenitores

A meu ver, a diferença entre os humanos e, neste caso, os pássaros, é apenas esta: No caso dos pássaros, quando os filhos atingem a idade de abandonar o ninho, de se “virarem” sozinhos, são os próprios pais que os empurram para fora do “lar-doce-lar” e, no caso dos humanos, cada vez mais, ou por razões muito válidas, ou por razões nem tanto válidas, os pais deixam arrastar a permanência dos filhos no “ninho”. Dirão uns que essa diferença é a que justifica, uns serem selvagens e outros não. Talvez. Certo, certo é que ainda temos muito a aprender com a “vida selvagem”, da qual temos ainda alguns “resíduos”, infelizmente, nem sempre, os melhores.

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