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Os novos vizinhos

por correspondente, em 24.09.17

Escrevo estas linhas em jeito quase de nota de rodapé. Apenas para registar uma constatação. De há cerca de 10 a 8 anos para cá, são mais as vezes que, ao sair ou ao entrar em casa, quando me cruzo com algum vizinho, este vai acompanhado por um ou mais que um cãozinho. Moro aqui há duas décadas. Inicialmente estes meus vizinhos de quatro patas, não sei bem, mas seriam a companhia de 20% dos moradores deste prédio? Talvez. E não mais que um por família. Agora, não devo errar muito, talvez sejam 70% e, mais que um por família, em alguns casos. Não devo estar errado também quanto ao que dizem os estatutos do condomínio no que se refere a animais neste prédio. Não devem autorizar. Mas também isso é irrelevante. Se contar apenas uma maioria simples. Os donos dos ditos animais estarão sempre a favor numa eventual votação nesse sentido. O que me preocupa é, num futuro próximo, por este andar, quando entrar ou sair de casa, constatar que apenas tenho vizinhos de quatro patas no prédio. Tal é a apropriação do espaço.  

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1 comentário

De correspondente a 25.09.2017 às 16:13

Nada contra, claro, desde que não se lembrem de olhar para o meu tornozelo como um excelente osso para mordiscar! Mas que me faz confusão, lá isso faz, estar constantemente a cruzar-me com eles mal saio de casa. Tudo deve ter peso e medida certa. São em número demasiado elevado. O prédio é grande, o número de moradores também e, todos têm os mesmos direitos, inclusive, de ter animais, é certo isso também. Contudo não quero ter a sensação de estar a morar num canil e não num prédio. Quando saio de casa e me cruzo com eles e com os donos, fico na dúvida, dou os bons-dias aos donos, ou digo béu-béu ao animal?
Agora mais a sério, principalmente estes amigos de quatro patas, independentemente do tamanho, na minha opinião, não deviam estar num apartamento (minúsculo muitas das vezes). Para já não falar em alguns problemas de segurança e higiene (estes últimos que pela imundice me abstenho de referir em pormenor) que, não por culpa deles, mas de género de dono que têm, provocam no espaço comum do prédio.

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