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Lixo borda fora

por correspondente, em 07.10.11

Realmente, porque é que eu me armo “ao esquisitinho”? Além de que, assim, até parece não existir mais nenhum assunto em São Brás, senão as pessoas porcas e o seu lixo. Para que é que eu ando para aqui a escrever e ficar incomodado com o saco de lixo que vêm da varanda abaixo? O saquito, depois de se “esborrachar” no passeio, apenas espalha o seu precioso conteúdo na via pública e em noites mais ventosas (como foi o caso de ontem), revela que os senhores porquinhos consomem alguma bebida de lata, pois estas, rodopiam e rodopiam a noite inteira, bem debaixo da minha janela do quarto, de tal forma que, até julgo estar a passar a noite num daqueles castelos assombrados, na Escócia ou na Irlanda, onde dizem que se ouvem fantasmas a arrastar correntes. Pois, como ia dizendo, porque é que me armo ao “comichoso”? Afinal, estas coisas fazem parte de uma economia de escala, se não existe lixo, para que servem os varredores de rua, perdão, os técnicos de limpeza? Que por sinal, pelo menos neste passeio, encontram, muito e muito trabalho! Se eu fosse daqueles de ver “tramóias” em cada esquina, até pensava que eram os próprios “técnicos” a fazer a “coisa” para justificar o seu posto de trabalho. De uma coisa eu tenho a certeza, acaba por nos faltar um pouco a paciência, quando após uma noite de “bailado” de latas, no dia seguinte, os senhores “técnicos” aparecem, munidos de umas “armas” barulhentas e se “encarniçam” numa guerra sem quartel contra este lixo, ainda bem que o fazem, mas depois da barulheira das latas, vêm a barulheira da limpeza, tudo por causa de alguém que em pleno século XXI ainda não sabe que existem contentores do lixo, ou se sabe, acaba por demonstrar que o que não sabe é viver em sociedade, está entre o estado animal selvagem e o ser humano.

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Luta com os ecopontos

por correspondente, em 21.09.11

Uma das coisas que mais me irrita (e acho, a toda a gente) é, de repente, chegar à conclusão de que estive a fazer figura de parvo, por causa de terceiros. A história é muito simples, dentro de portas, numa casa pequena, temos saquinhos e mais saquinhos, com o lixo separado, vamos, alegres e contentes, enfim, colocar alguma coisa nos ecopontos e, depois, apesar da nossa luta com o ecoponto cheiíssimo, temos que deixar o cartão fora dele! Ora bolas, façam-me o favor de despejar os ecopontos e, já agora a horas decentes!

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Ecopontos das noitadas

por correspondente, em 02.09.11

Nada tenho contra a separação do lixo, antes pelo contrário, apoio todas as iniciativas e mais algumas, que sirvam para reaproveitar os recursos naturais, deste nosso mundo consumista. Apenas sou um pouco “comichoso” no que se refere aos horários escolhidos para se fazer a recolha nestes ecopontos, pelo menos aqui no Casal de São Brás, a recolha chega a ser feita pelas duas da noite, não será um pouco a despropósito? Não será um bocado de falta de respeito, em nome do ambiente, andar a fazer poluição sonora a estas horas? É que posso garantir que o chinfrim acorda qualquer um!

Entretanto, como as férias já foram, vamos a ver se se consegue “arranjar” assuntos mais interessantes, aqui deste cantinho na Amadora, em Lisboa, Portugal.

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Porcalhota mas não porcalhões

por correspondente, em 25.08.11

O que passará pela cabeça de uma pessoa supostamente civilizada, também supostamente a viver num sítio civilizado, pegar no saco do lixo e mandá-lo pela janela para a rua? É verdade que esta zona (mais ou menos) já se chamou Porcalhota, segundo creio, esse nome não estava ligado a porcaria, bem como, conforme se pode verificar, o que não falta por aí são os caixotes do lixo, por isso, lixo atirado pelas janelas, só pode ter origem em selvagens, mas se estes não existem (nem nunca existiram), pois as diferenças culturais, não justificam a diferenciação entre civilizado e selvagem, quando encontramos sacos meio rebentados cheios de lixo nos passeios em São Brás, apenas podemos atribuir o fenómeno a gente porca!

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Objectivo: ”coscuvilhar” assuntos aqui da terrinha e arredores.

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