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A moda dos carrinhos (ou carrões) de bebés nos transportes públicos

por correspondente, em 07.09.13

Eu pensava que nos autocarros da CARRIS ou nas camionetas da VIMECA (ou noutra qualquer operadora), os carrinhos de bebés, só podiam entrar, devidamente “desmontados” e, que os respectivos bebés iam ao colo dos seus progenitores, mas não é o que se passa, ou eu estou enganado, ou estão equivocados os papás e os motoristas (ou estes últimos encolhem os ombros).

Ultimamente a moda passa, por  entrarem com os carrinhos (ou carrões) devidamente “aparelhados” e, irem sentarem-se nos lugares mais perto da porta de saída, colocando os carrinhos e os seus petizes, bem ao seu lado, a atravancar o corredor do carro. O que facilita e muito, a saída dos restantes passageiros, como se está mesmo a ver (e então se quem quiser sair, messas ocasiões, for “curto de vistas”).

Mas também já presenciei uma “lotação esgotada” num autocarro da CARRIS, ou seja, no lugar destinado a pessoas em cadeiras de rodas, irem lá já dois carrinhos na altura em que entrei e, como o carro vinha cheio, também fui para aí, encostar-me a um cantinho, eis se não quando, meia dúzia de paragens depois, entra um terceiro carrinho, que ao chegar ao pé dos outros, a respectiva mamã, achou que eu estava ali a mais e, delicadamente, com muitas licenças, tenta “remover” o obstáculo, pede licença para pôr o carrinho no meu lugar, à qual o “obstáculo” (personificado na minha pessoa) lhe perguntou: Se queria que saísse do autocarro para caber ela e o carrinho?! O mais incrível é que, quando, mais tarde, saí do autocarro, ainda vi, um jovem casal “pesaroso” com mais um carrinho a observar a “lotação de carrinhos” dentro desse autocarro e a ver se se decidiam ir ou não também nele!!   

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CARRIS na Amadora

por correspondente, em 01.08.13

As Empresas, tal como todos nós, na sociedade, têm direitos, mas também têm deveres. A VIMECA “saltou” dos passes sociais, segundo parece não chegou a acordo, numa renegociação com o Estado, se calhar até com alguma razão, mas para variar, no meio, está quem não tem culpa nenhuma, o “mexilhão”. Assim, se uma Empresa pode “saltar” em qualquer momento daquilo que, em princípio, deveria estar obrigada, desde a altura em que, há uns anos, “comprou” a Empresa a esse mesmo Estado. Essa mesma Empresa também deveria ficar “isenta” do direito, que em princípio possui, de exclusividade de exploração nas zonas onde opera. Por tudo isto, CARRIS, já para a Amadora!   

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